Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil

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Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil

As Influências do Plano Astral

Todos os dias; sempre a mesma rotina. Às 06:00 horas os olhos se abrem e então...

- Cadê as chaves do carro? Onde meti a chave do carro? Achei! Nossa! Vou chegar tarde no trabalho! Barbeiro de uma figa! Não aprendeu a dirigir? Tenho que arrumar uma vaga... Sei, sei, já entregarei este relatório... Onde pus aquela pasta? Essa estagiária precisava vir com este decote? O que vou almoçar? Ai, tenho que pagar aquela conta! Esse cliente é muito chato! Tá bom, amor, pego as crianças no colégio... Menino, para de perturbar sua irmã! O que temos para jantar? Nossa! Quando namorávamos não reclamava tanto assim... Quero ver o jornal e ninguém deixa... He! He! He! Esse menino tá saindo melhor que a encomenda, olha como ele beija a mãe... Que sono! Boa noite, querida! Também te amo! Deus, agradeço por tudo, mas... Me ajuda a... Os olhos se fecham...

Impressionante, não? Uma "montanha russa" de emoções!
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A Importância do Nome

Quando desejamos assinalar alguma coisa, de modo que ela possa vir a ser reconhecida por outra pessoa, damos a essa coisa um nome. Assim, o homem consegue relacionar objetos, plantas, animais e até os seus próprios filhos através do nome que lhe foi aplicado. Desde os tempos mais remotos, desde de quando os nossos antepassados adquiriram o dom da fala, vimos adotando essa prática.


Nos povos mais antigos, os pais buscavam nomear os seus filhos com nomes que os relacionavam a animais, plantas e objetos celestes, buscando dar a eles uma referência na natureza para que, com a qual, os mesmos se identificassem e pudessem pautar as suas vidas. Essa prática ainda é comum nos povos indígenas e os pais esperam que seus filhos se espelhem no nome que lhe foi dado, adquirindo as qualidades e as virtudes que são inerentes ao nome adotado.


Uma outra prática entre os povos da antiguidade consistia em dar ao recém–nascido o nome de um antepassado, acreditando–se que as virtudes apreciadas no falecido se transmitissem pela magia do nome ao novo ser. Essa prática – considerada pelo homem moderno como uma superstição era filha de várias observações e que por muitas vezes eram constatadas. Porém, para a sociedade atual essa prática perdeu totalmente o valor. Desse modo podemos constatar diariamente que os novos–pais não dão muita importância sobre a influência do nome dado aos seus filhos.

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A genialidade de Socrates

Certa vez, um discípulo de Sócrates, aproximou-se do mestre, ofegante de desejo em contar-lhe uma novidade.


-Sócrates, Sócrates, preciso lhe contar algo, uma novidade e tanto!


Sócrates, que neste momento meditava em seus próprios questionamentos, levantou-se para ouvir seu discípulo inquieto, mas ao levantar-se logo se adiantou em dizer:


-Claro, pode me contar, mas antes que me conte, sua história precisa passar por três crivos.

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A morte existe?

Por muito tempo a definição de morte estava ligada à parada de funcionamento do coração e à conseqüente parada de respiração. O desenvolvimento tecnológico deste século fez surgir medicamentos e máquinas capazes de restaurarem a vida poucos minutos após a parada cardíaca e, em algumas situações, mantê-la indefinidamente. A partir de então as autoridades médicas passaram a considerar a morte cerebral como a definição biológica de morte.

 

Para as religiões em geral a morte não existe. Este entendimento pode diferenciar-se um pouco de acordo com cada crença. Por exemplo: para as Religiões não reencarnacionistas, o homem morre para ressuscitar no dia do juízo final e ocupar seu lugar no Reino Superior de acordo com sua conduta no “estado de vivo”, como ordinariamente conhecemos. Para esses, a morte não existe em sua totalidade senão um período de sono ou de não manifestação. Para as religiões que pregam a reencarnação, o que ocorre é a passagem da consciência do plano físico para outros planos mais sutis, de acordo com o grau de desenvolvimento espiritual.

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O Zodíaco e a Atuação dos Signos

A palavra zodíaco provém do Grego, significando círculo dos animais que representam as doze constelações, que são  os signos astrológicos.

Se observarmos a terra no seu movimento de translação, encontraremos doze constelações distribuídas ao longo de sua trajetória ao redor do Sol. Possuindo afinidades tais que receberam o nome de determinados animais devido à similaridade de suas características.


Essas constelações, ou signos, iniciam-se em Áries e terminam em Peixes. Elas, dentro desse círculo, classificam-se por diversos aspectos. O mais conhecido é quanto aos quatros elementos (Fogo, Terra, Ar e Água), mas existem, além destes, outros aspectos não menos importantes, porém pouco conhecidos. Vamos mencionar o aspecto cuja característica é o trabalho diante  do mundo, compreendendo esta classificação os signos Cardeais, Fixos e Comuns.

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