As Influências do Plano Astral
Todos os dias; sempre a mesma rotina. Às 06:00 horas os olhos se abrem e então...
- Cadê as chaves do carro? Onde meti a chave do carro? Achei! Nossa! Vou chegar tarde no trabalho! Barbeiro de uma figa! Não aprendeu a dirigir? Tenho que arrumar uma vaga... Sei, sei, já entregarei este relatório... Onde pus aquela pasta? Essa estagiária precisava vir com este decote? O que vou almoçar? Ai, tenho que pagar aquela conta! Esse cliente é muito chato! Tá bom, amor, pego as crianças no colégio... Menino, para de perturbar sua irmã! O que temos para jantar? Nossa! Quando namorávamos não reclamava tanto assim... Quero ver o jornal e ninguém deixa... He! He! He! Esse menino tá saindo melhor que a encomenda, olha como ele beija a mãe... Que sono! Boa noite, querida! Também te amo! Deus, agradeço por tudo, mas... Me ajuda a... Os olhos se fecham...
Impressionante, não? Uma "montanha russa" de emoções!
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A Importância do Nome
Quando desejamos assinalar alguma coisa, de modo que ela possa vir a ser reconhecida por outra pessoa, damos a essa coisa um nome. Assim, o homem consegue relacionar objetos, plantas, animais e até os seus próprios filhos através do nome que lhe foi aplicado. Desde os tempos mais remotos, desde de quando os nossos antepassados adquiriram o dom da fala, vimos adotando essa prática.
Nos povos mais antigos, os pais buscavam nomear os seus filhos com nomes que os relacionavam a
animais, plantas e objetos celestes, buscando dar a eles uma
referência na natureza para que, com a qual, os
mesmos se identificassem e pudessem pautar as suas vidas. Essa prática
ainda é comum nos povos indígenas e os pais
esperam que
seus filhos se espelhem no nome que lhe foi dado, adquirindo as qualidades e as virtudes
que são inerentes ao nome adotado.
Uma outra prática entre os povos da antiguidade consistia em dar
ao
recém–nascido o nome de um antepassado, acreditando–se
que as virtudes
apreciadas no falecido se transmitissem pela magia do nome ao novo ser. Essa prática – considerada pelo homem moderno como uma
superstição era filha de várias observações e que por muitas vezes eram constatadas. Porém,
para a sociedade
atual essa prática perdeu totalmente
o valor. Desse modo
podemos constatar diariamente que os novos–pais não dão muita importância sobre a influência
do nome dado aos seus
filhos.
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A genialidade de Socrates
Certa vez,
um discípulo de Sócrates, aproximou-se do mestre, ofegante de desejo em contar-lhe uma novidade.
-Sócrates, Sócrates, preciso lhe contar algo, uma novidade e tanto!
Sócrates, que neste momento meditava em seus próprios questionamentos, levantou-se
para ouvir
seu discípulo inquieto,
mas ao levantar-se logo se adiantou em dizer:
-Claro, pode me contar, mas
antes que me conte, sua história precisa passar por três crivos.
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A morte existe?
Por muito tempo a definição de morte estava ligada à parada de funcionamento do coração e à conseqüente parada de respiração. O desenvolvimento tecnológico
deste século fez surgir medicamentos e máquinas capazes de restaurarem a
vida poucos minutos após a parada cardíaca e, em algumas situações, mantê-la indefinidamente. A
partir de então as autoridades médicas passaram a considerar a
morte cerebral como a definição biológica de morte.
Para as religiões em geral a morte não existe. Este
entendimento pode diferenciar-se um pouco de acordo com cada crença. Por exemplo: para as Religiões
não reencarnacionistas, o homem morre
para
ressuscitar no dia do juízo final e ocupar seu lugar no Reino Superior de acordo com sua conduta no “estado de vivo”, como ordinariamente conhecemos. Para esses, a morte não
existe em sua totalidade senão um período de
sono ou de não manifestação. Para as religiões que
pregam a reencarnação, o
que ocorre é a passagem da consciência do plano físico para outros
planos mais sutis, de
acordo com o grau de
desenvolvimento espiritual.
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O Zodíaco e a Atuação dos Signos
A palavra zodíaco provém
do Grego, significando círculo dos animais que representam as doze
constelações, que são os signos astrológicos.
Se observarmos a terra no seu movimento de translação, encontraremos doze constelações
distribuídas ao longo de sua trajetória ao redor do Sol. Possuindo afinidades
tais que receberam
o nome de determinados animais devido
à similaridade de suas características.
Essas constelações, ou signos, iniciam-se
em Áries e terminam em Peixes. Elas, dentro
desse círculo,
classificam-se por diversos aspectos. O mais conhecido é quanto aos quatros elementos (Fogo, Terra, Ar e Água), mas
existem, além destes, outros aspectos não menos importantes, porém pouco
conhecidos. Vamos mencionar o
aspecto cuja característica é o trabalho diante
do mundo, compreendendo esta classificação os signos Cardeais, Fixos e Comuns.
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